Abelinha do jardim,
Que gosta das flores vermelhas
Traz um pedaço pra mim
E o resto às outras abelhas!!!!!
Antes que paire a dúvida,
Sobre se tú é mesmo abelha
Ou se és flor abelhuda,
Que de tão vermelha a centelha
Nada tem de divina....
Picou-me o coração,
Abelha ou vermelha flor?
Já não importa, é amor.....
Poesias e variações...
quinta-feira, 12 de abril de 2012
terça-feira, 22 de junho de 2010
Dentro de mim há tudo...
Dentro de mim há tudo, não há nada lá que não me pertença, não há nada lá que não seja inerente a tudo. Fora de mim também há tudo, não há nada lá fora, algo a qual não tenha sobre mim a mesma propriedade reivindicada no meu interior. O todo lá fora é o mesmo todo meu.
Dentro de mim há flores, e lá não há nenhuma flor a qual eu não seja capaz de reconhecer o aroma, não há lá nenhuma flor que eu possa afirmar que nunca vi, pois são as mesmas flores que a natureza presenteou aos meus olhos, com cores, formatos, beleza, simplicidade e amor.
Dentro de mim há pássaros, e lá não há um pássaro sequer o qual eu possa dizer que não vi voar, não, não há um canto sequer que eu não reconheça e que me cause uma revoada de sentimentos, lá estão eles, todos, em revoada sinto-os dentro de mim, voando, cortando o ar, cantando e a me encantar.
Dentro de mim há rios, e lá não há nenhum rio o qual eu não houvesse me banhado um dia, não há um rio sequer que eu não tenha percorrido até o fim, e lá encontrei sua queda, tornando-se cachoeira, formando um lago onde vi continuar seu percurso e dentro do meu próprio corpo encontrar o mar.
Sim, dentro de mim há um mar, e neste mar não há uma onda sequer que eu não tenha produzido, não há qualquer forma de vida que eu não tenha acolhido, estão todos lá, na imensidão interna de um mar que se expande até o inevitável encontro com a margem da terra.
Pois dentro de mim também há terra, e lá não há terra alguma que eu não tenha tocado com os pés, não há terra alguma que eu não tenha cultivado, é a mesma terra que me acolhe, coloca-me em seus braços como mãe generosa e me permite ficar.
Dentro de mim há o céu, e neste céu, não há nenhuma estrela a qual eu não possa admirar, não há lugar algum neste céu que eu não pude voar, um céu pleno, vasto e misterioso. Neste mesmo céu observo que dentro de mim também nasce um sol que ao dia precede o luar.
Dentro de mim há o luar, e lá não houve até hoje, uma noite sequer a qual este luar não houvesse iluminado, nenhum momento o qual não tenha mostrado a mim que em seu silêncio, o luar reúne e expande sua luz, num movimento tão próprio como dentro de mim também há.
Dentro de mim há uma floresta, e lá estão todas as coisas, todos os seres, todos os reinos, todos os elementos, não há nada lá que seja diferente do que há dentro ou fora de mim, lá está a natureza, manifestando o todo, o tudo, e lá, encontrei a mim mesmo!
Dentro de mim há flores, e lá não há nenhuma flor a qual eu não seja capaz de reconhecer o aroma, não há lá nenhuma flor que eu possa afirmar que nunca vi, pois são as mesmas flores que a natureza presenteou aos meus olhos, com cores, formatos, beleza, simplicidade e amor.
Dentro de mim há pássaros, e lá não há um pássaro sequer o qual eu possa dizer que não vi voar, não, não há um canto sequer que eu não reconheça e que me cause uma revoada de sentimentos, lá estão eles, todos, em revoada sinto-os dentro de mim, voando, cortando o ar, cantando e a me encantar.
Dentro de mim há rios, e lá não há nenhum rio o qual eu não houvesse me banhado um dia, não há um rio sequer que eu não tenha percorrido até o fim, e lá encontrei sua queda, tornando-se cachoeira, formando um lago onde vi continuar seu percurso e dentro do meu próprio corpo encontrar o mar.
Sim, dentro de mim há um mar, e neste mar não há uma onda sequer que eu não tenha produzido, não há qualquer forma de vida que eu não tenha acolhido, estão todos lá, na imensidão interna de um mar que se expande até o inevitável encontro com a margem da terra.
Pois dentro de mim também há terra, e lá não há terra alguma que eu não tenha tocado com os pés, não há terra alguma que eu não tenha cultivado, é a mesma terra que me acolhe, coloca-me em seus braços como mãe generosa e me permite ficar.
Dentro de mim há o céu, e neste céu, não há nenhuma estrela a qual eu não possa admirar, não há lugar algum neste céu que eu não pude voar, um céu pleno, vasto e misterioso. Neste mesmo céu observo que dentro de mim também nasce um sol que ao dia precede o luar.
Dentro de mim há o luar, e lá não houve até hoje, uma noite sequer a qual este luar não houvesse iluminado, nenhum momento o qual não tenha mostrado a mim que em seu silêncio, o luar reúne e expande sua luz, num movimento tão próprio como dentro de mim também há.
Dentro de mim há uma floresta, e lá estão todas as coisas, todos os seres, todos os reinos, todos os elementos, não há nada lá que seja diferente do que há dentro ou fora de mim, lá está a natureza, manifestando o todo, o tudo, e lá, encontrei a mim mesmo!
Por isso bela é a natureza...
Por isso bela é a natureza
aquela que não vive por ser
existe simplesmente por viver
e esbanjar frutos da beleza
Por isso reles é o homem
que vive em busca do prazer
sem mesmo haver o entender
dos porquês que os consomem
Portanto o homem natural
está a ponto de extinguir-se
pois mostra como acabar-se
sem preocupar-se ao final
Porém o fim misterioso
pertence ao homem vivido
que um dia houvesse sofrido
com o engano prazeroso
Pensando no prazer fácil,
agradável e privativo
demonstrou-se pensativo
ante o ato tão difícil
Que é pensar na primazia
da natureza que por si
vive o que não vivi
que é viver por harmonia
aquela que não vive por ser
existe simplesmente por viver
e esbanjar frutos da beleza
Por isso reles é o homem
que vive em busca do prazer
sem mesmo haver o entender
dos porquês que os consomem
Portanto o homem natural
está a ponto de extinguir-se
pois mostra como acabar-se
sem preocupar-se ao final
Porém o fim misterioso
pertence ao homem vivido
que um dia houvesse sofrido
com o engano prazeroso
Pensando no prazer fácil,
agradável e privativo
demonstrou-se pensativo
ante o ato tão difícil
Que é pensar na primazia
da natureza que por si
vive o que não vivi
que é viver por harmonia
Natureza é tão sábia...
Natureza é tão sábia
Dona de uma certeza
Soberana na beleza,
Única e não dúbia
Unicidade que reflete
Em luz, energia e paz
Cada um sabe o que faz
A escolha a ti compete
Faça o que quiseres
A liberdade predomina
E a natureza ensina
Aos homens e mulheres
A viver, crescer e frutificar
Basta cada um querer
Semear e não apodrecer
Desenvolvendo o bem estar
Ame
Sinta o amor...
Cresça
Como uma flor...
Enfrente
Mesmo a dor...
Viva
Seja como for...
Dona de uma certeza
Soberana na beleza,
Única e não dúbia
Unicidade que reflete
Em luz, energia e paz
Cada um sabe o que faz
A escolha a ti compete
Faça o que quiseres
A liberdade predomina
E a natureza ensina
Aos homens e mulheres
A viver, crescer e frutificar
Basta cada um querer
Semear e não apodrecer
Desenvolvendo o bem estar
Ame
Sinta o amor...
Cresça
Como uma flor...
Enfrente
Mesmo a dor...
Viva
Seja como for...
segunda-feira, 21 de junho de 2010
Ah mundo meu...
Ah mundo meu,
tenho tanto a te dizer
te provar e ser seu
e um dia não te esquecer
Pois tenho sim esquecido de ti,
quando esqueço um tanto de mim
como se o aqui fosse logo ali
e o logo ali fosse tão simples assim
Tão perto e tão nosso
mundo meu, estou calado
não sinto, não quero, não posso
e nem devo ficar parado
Gostaria de também abraça-lo
mas mundo meu, estamos loucos
eu queria poder até alcança-lo
mas meus passos ainda são poucos
Pois você é tão grande meu mundo
e meus braços ainda tão curtos
me sinto um tanto quanto vagabundo
e meus passos ainda são tortos
Nesse mundo assim tão gelado
esquenta meu coração combalido
de te ver sendo assim esgotado
explorado, confuso e sofrido
Aqueça se possível minha alma
de onde o coração se alimenta
bate frenético e não se acalma
ah mundo meu, mas que tormenta
Onde corpos são como as águas
remexendo um mar caldaloso
tornando minhas noites tão árduas
procurando o farol luminoso
A oferecer à mim terra firme
o porto seguro para o seu filho
so basta a mim então decidir-me
se o mundo meu é um trilho
Mundo meu, quero em ti caminhar
no trilho, nas trilhas ou no eixo
e um dia voltar a em ti navegar
no céu, no mar, e na terra lhe deixo
O legado de não te compreender
mundo tão meu, sou egoísta
a ponto de cogitar te esquecer
só por não querer ser artista
Mundo meu, arte mesmo é a tua
que me presenteia todos os dias
com o dia, a noite, o sol e a lua
se estou enganado, no meu lugar
O que faria?
tenho tanto a te dizer
te provar e ser seu
e um dia não te esquecer
Pois tenho sim esquecido de ti,
quando esqueço um tanto de mim
como se o aqui fosse logo ali
e o logo ali fosse tão simples assim
Tão perto e tão nosso
mundo meu, estou calado
não sinto, não quero, não posso
e nem devo ficar parado
Gostaria de também abraça-lo
mas mundo meu, estamos loucos
eu queria poder até alcança-lo
mas meus passos ainda são poucos
Pois você é tão grande meu mundo
e meus braços ainda tão curtos
me sinto um tanto quanto vagabundo
e meus passos ainda são tortos
Nesse mundo assim tão gelado
esquenta meu coração combalido
de te ver sendo assim esgotado
explorado, confuso e sofrido
Aqueça se possível minha alma
de onde o coração se alimenta
bate frenético e não se acalma
ah mundo meu, mas que tormenta
Onde corpos são como as águas
remexendo um mar caldaloso
tornando minhas noites tão árduas
procurando o farol luminoso
A oferecer à mim terra firme
o porto seguro para o seu filho
so basta a mim então decidir-me
se o mundo meu é um trilho
Mundo meu, quero em ti caminhar
no trilho, nas trilhas ou no eixo
e um dia voltar a em ti navegar
no céu, no mar, e na terra lhe deixo
O legado de não te compreender
mundo tão meu, sou egoísta
a ponto de cogitar te esquecer
só por não querer ser artista
Mundo meu, arte mesmo é a tua
que me presenteia todos os dias
com o dia, a noite, o sol e a lua
se estou enganado, no meu lugar
O que faria?
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